A sessão da última Assembleia Municipal da Mealhada ficou marcada pelo requerimento do eleito pelo Partido Comunista Português pedindo a não realização da Assembleia, uma vez que “a convocatória fala nas leis 20, 21, 22 e 23 e não em decretos-lei”. “As leis citadas nada têm a ver com as matérias que hoje deveriam ser aqui discutidas, o que leva a crer que houve pressa por parte da Câmara e que a mesa, por sua vez, não deu atenção”, alegou João Louceiro.

Daniela Esteves, presidente da Assembleia Municipal da Mealhada, justificou que houve “um erro na convocatória”, mas que “a legislação que a acompanha são os decretos, logo a informação está correta”. “Isto não significa que os assuntos são tratados com ligeireza”, acrescentou, concluindo: “Acredito que prepararam a reunião e que sabem que os documentos estão corretos”.

Depois de votado, o requerimento foi chumbado com os votos contra do Partido Socialista e da coligação “Juntos pelo Concelho da Mealhada” e os favoráveis pelo Partido Comunista Português e Bloco de Esquerda.

 

Texto de MSL

Fotografia de José Moura