No “palco” dedicado à escola de samba de Casal Comba nos corsos do Carnaval da Mealhada, o público assistirá a “Imperatriz, um espetáculo de amor”. Uma história romântica passada num cenário de um circo…

Logo na comissão de frente, os espetadores vão assistir a uma compilação de todo o enredo, desde o seu enamoramento até ao final. Os Mirins (desfilantes mais pequeninos) são os bailarinos que ajudam a Imperatriz; e a Ala 1 com cobras representam o “maldizer e toda a maldade da história”, explica Elisabete Baptista, que a par com Micael Lourenço são os carnavalescos da escola.

Segue-se a Ala 2, com os “palhaços malabaristas que representam o divertimento”; na bateria vêm-se os mágicos (com a transformação do humano em pomba); e a orquestra do circo será representada pelos utentes do Centro de Santo Amaro da APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental), que desfilam pela escola há mais de uma década.

Os desfilantes da velha-guarda vestem-se de palhaços, por exemplo, e o mestre-sala e a porta-bandeira são os apresentadores do circo.

No total a escola de samba Real Imperatriz desfilará com cento e nove elementos. “Este ano houve entrada de novos elementos na escola. Gente nova, que passou por cá, gostou e ficou. As pessoas vêm um bocado pelo ‘passa-a-palavra’ e depois gostam do convívio”, enaltece Fátima Lopes, presidente da direção da escola.

Micael Lourenço confessou-nos também, há cerca de uma semana, que “os preparativos começaram um bocado tarde”, mas que, ao contrário de outros anos, as fantasias mais difíceis estavam praticamente prontas.

 

MSL