Grupo Parlamentar do PSD apresentou proposta de alteração ao Orçamento do Estado para garantir financiamento à Fundação Mata do Bussaco. Bruno Coimbra, deputado coordenador do Grupo Parlamentar para a área do Ambiente, Energia e Ordenamento do Território, explica, num comunicado do partido, que esta proposta “é essencial para que a Fundação Mata do Bussaco tenha a capacidade financeira para suportar as componentes nacionais exigidas nas candidaturas aos Fundos Europeus de programas como o PDR – Programa de Desenvolvimento Rural e o Interreg – European Regional Development Fund, para investimentos no âmbito do SAMA – Sistema de Apoio à Modernização Administrativa, bem como para a conservação do património que possibilite o sucesso da candidatura a Património Mundial da UNESCO”.

Bruno Coimbra afirma que “ultrapassados os constrangimentos financeiros de 2015 e tendo sido anunciada pelo Governo a conclusão até final deste ano da alteração ao regime fundacional da Mata do Bussaco, que possibilitará a alocação de verbas do Estado, identifica-se a oportunidade de responder concretamente e através do Fundo Ambiental, já no Orçamento do Estado para 2021, a estas necessidades prementes”.

Recordamos que já no passado dia 2 de novembro o Ministro do Ambiente e da Ação Climática na audição das comissões de Agricultura e Mar e Ambiente, no âmbito da especialidade do Orçamento de Estado para 2021, reiterou, em resposta à intervenção da deputada socialista Joana Sá Pereira, a revisão dos estatutos até ao final do ano, apelidando-o de “tonto”. Uma luta que Rui Marqueiro, presidente da Câmara da Mealhada, tem vindo a reclamar, há vários anos, não tendo aliás nomeado um novo presidente para a Fundação em agosto passado e “obrigando” o Estado a pedir para que António Gravato continuasse em funções até ao final do ano, altura em que tudo aponta que os estatutos estejam revistos e a lei venha a permitir financiamento por parte da administração central.

 

 

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