Arminda Martins apresentou, na passada segunda-feira, a sua candidatura à constituição de uma estrutura concelhia na Mealhada das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos (MS-ID), um órgão que irá a votos no próximo dia 31 de janeiro, na mesma altura em que haverá eleições para a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista.

Será a primeira vez que as estruturas concelhias votarão nas “Mulheres Socialistas”, depois de uma alteração estatutária, a nível nacional, que “obriga” a que esse órgão exista também a nível concelhio e que seja composto por uma Coordenadora, um Secretariado e uma Comissão Política. Na Mealhada, as listas podem ser entregues até ao próximo dia 24 de janeiro, sendo, até ontem, a lista de Arminda Martins, composta por mais dezassete mulheres socialistas, a única a estar na corrida.

“É importante que da parte das mulheres haja mais disponibilidade para participar na vida politica e integrar listas. Estou certa de que a presença e participação das mulheres em política é francamente positiva, aos mais diversos níveis, pois mulheres e homens complementam-se”, explica a candidata, que faz parte das MS-ID da Federação Distrital de Aveiro.

Para a candidata, “uma das razões principais pela qual se deve este projeto político, mais local, é o de trazer mais mulheres para a vida política, nunca esquecendo de que é um direito à igualdade de oportunidade e até de tratamento”.

Arminda Martins garante que “o PS na Mealhada tem dado mostras, ao longo dos anos, de que a porta está aberta a mulheres” e, por isso, afiança “não é de estranhar, que tenhamos hoje muitas mais mulheres na vida pública política, quer ao nível das freguesias, quer a nível municipal (Câmara e Assembleia Municipal)”.

“Mealhada AINDA MAIS paritária e inclusiva” será o mote de uma lista “muito diversificada em termos geracionais, culturais, religiosos e sociais”. “Comigo estarão mulheres jovens e menos jovens, de todo o território concelhio, e das mais diversas sensibilidades profissionais: administrativas, enfermeiras, empregadas fabris, empregadas domésticas, gestoras e administradoras públicas, engenheiras, empregadas de balcão, advogadas, assistentes sociais, contabilistas, etc… São Mulheres disponíveis, mesmo sendo mães, tias, madrinhas, avós, etc.”, remata.

 

 

Texto de Mónica Sofia Lopes

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