Um incêndio em Sá, Sangalhos, no concelho de Anadia, desalojou um casal e uma bebé de três meses, na noite do passado dia 18 de dezembro. Se poucas horas depois da tragédia, os pedidos de ajuda partilhados no Facebook eram imensos, agora, passadas pouco mais que vinte e quatro horas, o balanço é digno de “uma gigante onda de solidariedade”.

O agregado familiar, após o incêndio, ficou apenas com “a roupa que trazia vestida”, mas, e segundo uma amiga do casal, “o Filipe e a Patricia já têm tudo para a casa, bem como roupa para a bebé e para eles”. “Agradecemos também os móveis, todo o recheio que já nos ofereceram e a ajuda de todas as instituições e da população”, referiu ainda a mesma fonte.

Agora, e como já foram oferecidas portas, vidros das janelas e piso flutuante, a família ne15578412_10154354700391051_2534126629764758848_ncessita de outros “materiais de construção”, para reconstruir a habitação.

Mas como tudo aconteceu?

O alerta foi dado aos Bombeiros de Anadia, pelas 20h 57m do dia 18 de dezembro, pelos proprietários que na altura se encontravam numa habitação vizinha, de um familiar, mas quando a corporação lá chegou “a casa, com cobertura, estava totalmente consumida pelas chamas”. “Iniciámos, de imediato, as operações de combate para controlar as chamas e evitar a propagação às habitações vizinhas”, disse, ao «Bairrada Informação», Ana Matias, comandante da corporação.

No combate às chamas, operação que só terminou às 24 horas, estiveram cinco viaturas com catorze operacionais dos Bombeiros de Anadia; uma viatura com dois elementos do Posto de Anadia da GNR; e ainda Jorge Sampaio, vice-presidente da Câmara Municipal.