Fátima Flores, conhecida ativista da CDU no concelho de Anadia, será cabeça de lista às próximas eleições autárquicas para a União de Freguesia de Arcos e Mogofores. Fátima Flores é membro do Partido Ecologista “Os Verdes”. Foi várias vezes candidata aos órgãos autárquicos do concelho. Do seu vasto e diversificado currículo, destaca-se uma carreira no ensino, onde exerceu cargos de direção; e experiência empresarial no setor dos vinhos; sempre em conjugação com uma empenhada intervenção cívica, seja no Sindicato dos Professores da Região Centro onde ainda é dirigente, seja na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia.

“Fátima Flores conhece como ninguém os valores e o projeto autárquico da CDU que defende há já várias décadas. Na União de Freguesia de Arcos e Mogofores, a CDU propõe realizar um programa que dê voz às populações e que conjugue duas grandes prioridades: o social e o ambiental. Neste sentido, Fátima Flores compromete-se a abrir a junta à população, alargando o atendimento para além das sessões públicas da junta previstas na lei, procurando assim um maior contacto com os munícipes e com os seus anseios”, lê-se numa nota de imprensa da Comissão Concelhia de Anadia do PCP, que acrescenta que “a questão social é e será uma prioridade. A atual fase da pandemia está a deixar profundas marcas ao nível dos estratos mais frágeis da população. Assim que tomar posse, a primeira medida será a realização de um diagnóstico social da freguesia, procurando identificar os problemas relacionados com a pobreza, com destaque para o emprego, a habitação e o acompanhamento de menores ao nível dos diversos graus de ensino. Pela parte da CDU ninguém ficará para trás com esta pandemia”.

Relativamente à segunda prioridade, o partido destaca “o ambiente e a salubridade pública”. “A urgência climática está aí e todos somos convocados para a solução do problema. Precisamos reciclar mais. Para isso, temos de melhorar a rede de ecopontos em função dos utentes, e não do sistema de recolha, bem como criar estratégias que incentivem a população a usar de forma mais criteriosa os meios existentes para recolha de lixo doméstico e materiais a reciclar. Precisamos melhorar a limpeza urbana. Precisamos de uma estratégia para valorizar as cadeias curtas de produção e consumo de bens alimentares”, continua o documento, que remata ainda que “muito embora não seja uma competência direta da Junta, a CDU não pode ficar indiferente ao enorme desperdício de água que existe na nossa rede”, refutando que, segundo a Proteste, Anadia tem “perdas de 2,40 milhões de m3 por ano” e se encontra “entre os 15 piores municípios do país”.