Na última sessão da Assembleia Municipal da Mealhada, Iola Batista, da coligação «Juntos pelo Concelho da Mealhada», questionou os prazos da requalificação do centro histórico da Mealhada, nomeadamente, «na Rua Cerveira Lebre, onde 30 dias após o prazo de término, a obra ainda não está terminada». «E relativamente à obra da Secundária da Mealhada, será que o próximo ano letivo reinicia com a obra concluída?», questionou.

Rui Marqueiro, presidente da Câmara da Mealhada, explicou que «o projeto de cada obra tem um planeamento, que depois na prática pode ser outra coisa e sofrer alterações ou até mesmo aparecer algo com o qual não se contava». E exemplificou: «Tivemos dias de intensa pluviosidade, em que os trabalhadores nem sequer conseguiram estar na empreitada».

«O sector das obras não é matemático. É muitíssimo complexo», sublinhou o autarca, lamentando ainda: «Às vezes os empreiteiros pedem-nos para trabalhar ao sábado, para cumprirem os prazos, e chegam-nos queixas do ruído. É difícil».

Sobre a Escola Secundária da Mealhada, Rui Marqueiro relembrou o facto de «a obra ter contado com dois empreiteiros inarráveis». «Às vezes acho que é má vontade não se perceber isto. Não há ninguém que tenha mais vontade em que a escola fique pronta do que eu», referiu.

 

 

Mónica Sofia Lopes