As instalações sanitárias no Parque da Cidade da Mealhada foram alvo, recentemente, de um ato de vandalismo, que a Autarquia lamenta ser «o resultado de alguém que decidiu destruir um espaço público que é de todos». Já esta semana, episódio semelhante aconteceu no Jardim Público da Pampilhosa.
«Manter os nossos espaços públicos cuidados exige esforço diário. Destruir demora apenas alguns minutos», lê-se na publicação do Município da Mealhada, no próprio dia daquilo que o executivo autárquico apelida «de vandalismo deliberado».
O assunto foi também espoletado na última reunião do executivo e, pela proximidade à zona escolar, o foco virou-se para essa comunidade. «Fico triste com o que se passou no Parque da Cidade e apelava a que todos pudéssemos olhar para as nossas crianças. Eu também sou pai….», declarou o vereador Nuno Veiga, sobre uma situação que, segundo o nosso jornal conseguiu apurar, ocorreu durante o dia, «uma vez que as instalações encerram durante a noite e de manhã, aquando da limpeza habitual, tudo estava normal».
Também Ricardo Santos, vereador na Autarquia, lamentou «o vandalismo que se passa no concelho da mealhada». «Ainda ontem (segunda-feira) aconteceu algo parecido nas casas de banho do Parque da Pampilhosa. É desagradável e faço um apelo para que se respeitem as pessoas e as coisas. Veremos as consequências que terão os autores de tudo isto», enfatizou, pedindo «a compreensão da população, uma vez que teremos de encerrar as casas de banho novamente e voltar a equipá-las».
Na publicação feita a 10 de março nas redes sociais, o Município da Mealhada apelava «a toda a comunidade escolar e aos utilizadores deste espaço que, caso tenham visto algo ou possam ajudar a identificar os responsáveis por este ato, entrem em contacto com a Câmara Municipal ou com as autoridades». «Respeitar o que é de todos é respeitar a nossa comunidade», reforçou a Autarquia.
Contactado pelo nosso jornal, o capitão Mário Ferreira, comandante do Destacamento Territorial de Anadia da Guarda Nacional Republicana, referiu que a situação está, neste momento, «em fase de inquérito e sem qualquer suspeita de quem praticou o vandalismo».
Texto de Mónica Sofia Lopes
Imagem com Direitos Reservados






















