João Pedro Costa e Bruno Vilhena Pires vão a votos, este sábado, dia 13 de dezembro, para a Federação Distrital de Aveiro da Juventude Socialista, no decorrer do XXIII Congresso, que se realiza em Santa Maria das Lamas, no concelho de Santa Maria da Feira.

João Costa, que apresentou a sua recandidatura ao cargo na Mealhada, tem como prioridades “a mobilidade dentro do distrito, a habitação, bem como a orla costeira e zonas ribeirinhas” e assenta em três pilares fundamentais, que já têm orientado o trabalho do corrente mandato: ação em proximidade com todo o território, formação política e renovação das estruturas. “Queremos ser a melhor escola de formação política do país. Aquela que mais privilegia a formação dos seus quadros e que forma políticos com uma nova visão da política”, frisou.

“Temos orgulho no grande trabalho que fizemos e nunca vou esquecer aquilo que a equipa que me acompanhou fez com seis eleições, ao longo do mandato, entre internas e externas”, vincou. “Aos desafios respondemos com trabalho”, acrescentou, remetendo para uma nova forma de comunicar, uma equipa que se organiza por projetos em vez de pelouros gerais, a reativação de duas concelhias e uma Federação que “está mais na rua”.

Bruno Vilhena Pires garante que “ao longo dos últimos anos, enquanto militante da JS e nas funções que desempenhei, tive a oportunidade de conhecer de perto a nossa estrutura, as suas pessoas e os desafios que ela tem. Conheço bem o território, as suas diferenças e o seu potencial. E é justamente por isso, olhando para tudo o que de melhor pode ser feito, que acredito que chegou a altura de fazer a nossa federação avançar”.

“Avanço com o compromisso de servir a federação durante os próximos dois anos com proximidade e determinação, olhando para as gerações mais novas e preparando-as, compreendendo os desafios das concelhias mais pequenas e mais recentes e potenciando-as, defendendo sempre os nossos valores fundacionais e procurando a união na diversidade”, diz na sua página o candidato, que acrescenta que “é preciso um novo rumo para Aveiro, é preciso sair de casa. É preciso avançar”.

 

 

Texto de Mónica Sofia Lopes

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