O lusense Nuno Alegre levará a cabo a publicação de mais um livro, desta feita uma obra bilingue intitulada «Bussaco 1810», dedicada ao turismo militar e à compreensão acessível da memória histórica da Batalha do Bussaco, cujo lançamento acontece, no próximo sábado, dia 13 de dezembro, pelas 15h30, no Convento de Santa Cruz, no Bussaco. A entrada é gratuita e aberta a quem quiser fazer parte deste momento. Meia hora antes, no mesmo local, a Fundação Mata do Bussaco inaugura a exposição «Reflexos do Bussaco: Olhares do Passado».
Compreender a Batalha do Bussaco, de forma acessível, através de «um guia informal», é o mote desta obra e, por isso, não é de estranhar que, ao longo das 104 páginas, a mesma seja sincronizada, através de duas colunas, nas línguas portuguesa e inglesa. «Compacta e concebida para acompanhar os visitantes nacionais e internacionais ao longo do campo de batalha, a obra apresenta, de forma clara e sintética, as movimentações das tropas no confronto de 27 de Setembro de 1810, o contexto geopolítico que o antecedeu e as suas consequências, algumas ainda percetíveis na Europa contemporânea», explica o autor, desvendando que «um dos elementos centrais do livro é o mapa desdobrável de grande formato, que permite localizar no terreno as posições aproximadas das forças presentes e construir uma leitura pessoal da dimensão histórica do episódio».
«“Bussaco 1810” inclui ainda um diário inédito relativo à investigação preliminar sobre a vala comum dos combatentes caídos durante a batalha. Um contributo considerado essencial para incentivar futuras investigações que honrem a memória dos que tombaram», descreve Nuno Alegre que, sobre esta quinta obra que publica, enfatiza que «sendo o turismo militar, nomeadamente a rota da 3.ª Invasão Napoleónica, uma temática que atravessa todo o nosso território turístico (de Almeida a Torres Vedras, passando por Viseu, Bussaco, Coimbra, Leiria etc.), com capacidade para interessar aos mercados Anglo Saxónicos, Espanhol, Belga, Alemão e Austríaco, é um tema que merece atenção e empenho».
Recordamos que o autor já publicou as obras «O Cântaro que foi à Fonte», – «De Luso», «Bussaco vs Buçaco» e «Na Mira do Bussaco».
No mesmo dia, também no Convento de Santa Cruz, mas pelas 15h00, a Fundação Mata do Bussaco inaugura a exposição «Reflexos do Bussaco: Olhares do Passado». «Esta exposição visa dar a conhecer a história da Mata Nacional do Bussaco, nomeadamente através de fotografias antigas, postais, documentos ou outros objetos, com valiosas contribuições da comunidade e instituições locais», enfatiza, através de convite à comunicação social, Guilherme Duarte, presidente do conselho diretivo da Fundação.
O encerramento cultural dos dois momentos ficará a cargo do Grupo Coral Columba.
Mónica Sofia Lopes





















