A Estação de Tratamento de Águas Residuais da Mealhada está “entregue aos cuidados de gente contratada pela Câmara Municipal da Mealhada para dela tomar conta”, findo o período experimental por parte do empreiteiro. Trata-se de um investimento na ordem dos 2,6 milhões de euros que servirá “os munícipes das freguesias de Luso, Pampilhosa, Vacariça, Casal Comba e Mealhada”.

“Quando cheguei à Câmara encontrei a ETAR da Mealhada num perfeito estado de degradação. Há mesmo um processo contra o Município por contraordenação ambiental que se transformaria em crime ambiental caso nada fizéssemos”, revela, em vídeo, publicado recentemente, Rui Marqueiro, presidente da Autarquia. Já em outubro passado, o autarca tinha garantido ser esta “uma obra pesadíssima, que exige muito conhecimento técnico, muita fiscalização por parte dos engenheiros municipais e se não a fizéssemos a esta hora estaríamos, de certeza absoluta, com coimas pesadíssimas por parte do Ambiente”.

Também em vídeo, publicado esta semana, o edil refere-se à Quinta do Murtal, na cidade da Mealhada, como “um investimento que permitirá abrir novos arruamentos numa zona estratégica da cidade da Mealhada, que criará novas oportunidades, progresso, modernização e uma nova centralidade urbana”. “Esta é uma das melhores zonas para a construção na Mealhada”, afirma o autarca, acrescentando que o Município está “a procurar boas soluções para isso”.