A Câmara da Mealhada assinou, na semana passada, o novo auto de consignação para a “Conclusão da Reabilitação da Escola Secundária de Mealhada”. A obra, que orça em 761.999, 99 € (+ IVA), tem um prazo de conclusão de 150 dias.

A nova empreitada deverá finalizar a intervenção iniciada em maio de 2018 e que acabou suspensa por incumprimento do anterior empreiteiro, a quem o Município aplicou coimas, tendo, inclusive, resolvido o contrato.

Após este inesperado desfecho, a Câmara da Mealhada lançou novo concurso público, cuja consignação foi ontem assinada, esperando-se que a obra esteja finalizada em agosto e, portanto, completamente reabilitada no início do próximo ano letivo.

O projeto inclui duas fases: uma de requalificação propriamente dita, enquadrada na melhoria da mobilidade dentro da escola e na melhoria de condições energéticas, e uma segunda fase que diz respeito à construção de um pavilhão gimnodesportivo, cujo projeto está ainda em execução.

Os trabalhos serão retomados conforme o projeto inicial, havendo, no entanto, a necessidade de corrigir diversas situações anómalas decorrentes da intervenção do anterior empreiteiro.

A reabilitação da Escola Secundária da Mealhada incide sobre casas de banho, receção, escadas interiores e envidraçados. Serão também colocadas proteções ao frio e calor de forma a proteger as salas de aula da escola e instalado um elevador. Será ainda reabilitado o sótão, que será transformado em espaço utilizável, e o balneário (interior e exterior), bem como o seu acesso. Serão criadas já condições para uma terceira fase de intervenção relativa à melhoria do acesso pedonal à escola.

Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, afirma-se esperançado de que, desta vez, a obra chegue “a bom porto” e se conclua dentro dos prazos contratuais. “Infelizmente, devido a incumprimento do empreiteiro, que acabou por ser afastado da obra, os trabalhos de reabilitação da escola ainda não estão concluídos. O Município, apesar de não ter sido o responsável pelo facto, lamenta os transtornos originados aos alunos, aos professores e demais funcionários e a toda a comunidade escolar e espera que, agora, as obras decorram normalmente e o empreiteiro cumpra todas as suas obrigações”, refere o autarca.

 

 

Fonte: Município da Mealhada