Amanhã, sábado, dia 22 de fevereiro, a convite do Cineteatro Messias / Câmara Municipal da Mealhada e da Fundação Mata do Bussaco, a Mata Nacional do Bussaco receberá a visita do maestro Rui Massena, que irá plantar uma árvore, às 16 horas, no Trilho dos Famosos, onde já pontificam árvores plantadas, entre outros, por Pedro Abrunhosa, José Cid, Rui Reininho, Marco Paulo, Sofia Aparício, Rui Veloso, Luís de Matos, Luís Represas, Maya, José Luís Peixoto, Eládio Clímaco, Dina Aguiar, Eduardo Beauté, Carla Andrino, Amor Electro, José Pedro Gomes, António Machado, Vítor Melícias, David Antunes, Vozes da Rádio, Raquel Loureiro, Fernando Tordo, Fernando Mendes, Aurea, Fafá de Belém, Tony Carreira, Miguel Araújo, Nilton, Xutos & Pontapés.

Recorde-se que o referido trilho fica situado na zona central da Mata Nacional do Bussaco (Monumento Nacional candidato a Património Mundial da UNESCO), junto ao Palácio do Bussaco e ao Convento de Santa Cruz (século XVII).

Também na noite deste sábado, o músico atuará no palco do Cineteatro Messias, na Mealhada, num espetáculo previsto para as 21h 30m. Os interessados em mais informações devem fazê-lo através do email teatromessias@cm-mealhada.pt.

 

QUEM É RUI MASSENA?

Rui Massena, músico e compositor português de 48 anos, toca piano desde os cinco, e é maestro desde os 27 anos. Teve entrada direta para número 1 do top nacional de vendas português quando lançou o seu segundo álbum de originais “Ensemble”.

Com um percurso de apenas cinco anos no mercado de artistas a solo, com três álbuns editados, é hoje ouvido em mais de 60 países e foi escolhido pela editora Deutsche Grammophon como um talento contemporâneo mundial.

As suas canções transmitem tranquilidade pontuada com momentos de grande emotividade.

A sua carreira diz-nos para confiar.

 

Deutsche Grammophon

Massena foi escolhido para integrar a compilação de música da editora Deutsche Grammophon que identifica as tendências e talentos contemporâneos dos últimos 20 anos, numa corrente que a etiqueta apelida de neo-clacissismo, intitulada “Expo 1”. A dupla coletânea reúne 29 composições de autores como Jóhann Jóhannsson, Max Richter, John Cage, Hans-Joachim Roedelius, Arnold Kasar, Philip Glass, Ólafur Arnalds, entre outros nomes. Rui Massena integra a compilação com o tema “Valsa”, retirado deste segundo álbum “Ensemble”.

 

 “Solo”

O seu primeiro álbum de originais lançado em 2015, “Solo”, chegou a número 2 do top nacional de vendas português com uma linguagem íntima e intimista, centrado e que transmite tranquilidade. Rui Massena apresenta-se a tocar ao piano, a tocar as suas composições, só uma delas em dueto com um violino depois de 14 anos à frente de formações orquestrais várias.

O compositor vê “Solo” como um retiro espiritual necessário ao seu próprio equilíbrio que, espantosamente o lançaria para uma carreira a solo e em nome próprio.

 

“Ensemble”

O seu segundo álbum, lançado em 2016, teve entrada direta para número 1 do top de vendas português.

Rui Massena encarna neste disco a superior arte da conciliação, mais dócil ou mais agitada de acordo com a inspiração e as necessidades do momento.

“Ensemble” começa com um “Abraço” e despede-se com uma “Valsa”.

É uma música poética e positiva, mas também estruturada e envolvente. Depois de se ouvir “Ensemble”, nasce uma nova dimensão, com a ajuda da secção de cordas da Czech National Symphonic Orchestra.

 

“III”

O seu terceiro álbum de originais é mais progressivo.

Se por um lado se percebe que a electrónica e a vanguarda sonora se alojaram no caminho, por outro, percebemos ao fim de breves segundos que os valores da sua música estão presentes: tranquila, desafiadora e emotiva.

 

Gravações

A sua formação enquanto Maestro permitiu-lhe liderar, durante mais de uma década, 30 orquestras em 14 países pertencentes a três continentes. Interpretou de uma forma exímia o grande repertório sinfónico da história da música: foi o primeiro maestro português a dirigir no Carnegie Hall, em Nova Iorque e durante duas temporadas Principal Maestro convidado na Orquestra Sinfónica de Roma. Criou uma orquestra sinfónica  -“Fundação Orquestra Estúdio” enquanto desempenhou o papel de programador musical de “Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura” e foi diretor artístico e maestro titular da Orquestra Clássica da Madeira durante 12 anos.

O seu percurso revela um cariz de grande responsabilidade, respeitando o repertório sinfónico clássico, como é também o caso do lançamento da coleção de 5 discos “Mozart 252 anos” editada pela EMI Classics em que interpretou obras orquestrais do compositor.

Mas o seu permanente espírito inquieto e em constante busca de causas, sempre fez Rui Massena procurar novas linguagens. A sua energia inovadora atraiu os melhores para o acompanharem nos seus projetos com arranjos e orquestrações da sua autoria. Dirigiu e gravou  “The Zephyrtine “um disco editado em parceria com o compositor americano David Chesky com a tecnologia binaural;

 

Passados 20 anos de vida musical sustentados pela sua formação e percurso sólidos, impulsionado pela necessidade de chegar mais perto do público que sempre o acarinhou, pela sua vontade suprema de comunicar, Rui Massena dá seguimento ao seu caminho no papel tripartido de maestro, compositor e pianista.

 

 

Fonte: Bussaco Eventos

Imagem: Facebook “Rui Massena Artista”