Que remédio tens tu?

Nenhum suponho eu!

Continuar é necessário

Mas com o teu livre arbítrio

Sempre equilibrado.

 

Ter o mundo aos teus pés não chega,

Andar só porque sim também

Não te leva a lado nenhum,

Parado com a imaginação agitada

Não te valerá mesmo nada.

 

Então o que precisas meu caro?

-Eu?! Nada é o que tenho!

E não descanso enquanto o suficiente

Não for mesmo suficiente

Para mim e para os meus.

 

Vejo a tua força, mas não percebo nada.

– É mesmo preciso mostrá-la?

Não! O que vale é continuar com a Mente,

O Coração, a Alma e o Corpo em sintonia.

Do resto, é colher os frutos…

 

Poema de Mamadu Alimo Djaló

Estudante de sociologia na Universidade do Algarve

Antigo aluno de Técnico de Restauração, Cozinha e Pastelaria na EPVL

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