A 8 de janeiro de 1989 nasceu o Agrupamento de Escuteiros da Pampilhosa, fruto da vontade do seu primeiro assistente, o Padre Virgílio Gomes, que convidou para assumir o agrupamento os dirigentes Mário Gaspar, que foi o primeiro Chefe de Agrupamento, e Catarina Direito.

Este fim-de-semana, dias 12 e 13 de janeiro, o 1067 – Pampilhosa comemora os trinta anos de existência. Do programa consta, no sábado, pelas 19h 45m, um jantar comemorativo, na Quinta das Muralhas na Pampilhosa, e a inauguração da exposição “30 anos, 30 fotografias”.

No dia seguinte, domingo, a celebração da eucaristia acontece às 10 horas, estando agendado para as 11h 15m, no Adro da Igreja, que a comunidade “cante os parabéns” ao agrupamento. Segue-se a romagem ao Cemitério, pelas 11h 45m, para a homenagem ao Chefe Liberto Maia e, meia hora mais tarde, a inauguração da galeria dos Chefes de Agrupamento na sede dos Escuteiros da Pampilhosa.

Atualmente, o Agrupamento contabiliza cinquenta e três elementos no ativo, sendo os corpos diretivos constituídos por Gonçalo Moura da Costa, chefe; Tânia Pedroso, chefe adjunta; Filipa Craveiro, secretária; e Cláudio Reis, tesoureiro.

Dentro do corpo de dirigentes ou elementos das equipas, o 1067 tem adultos nos diversos níveis do Corpo Nacional de Escutas: nacional, regional e de núcleo.

Para 2019, escreve Filipa Craveiro, “a prioridade do agrupamento é reforçá-lo para crescer e tornar-se mais forte e coeso”. “Em termos de obras, o 1067 aguarda a disponibilidade financeira, diversas vezes prometida, da Câmara da Mealhada para as obras da cobertura da sede (que é um imóvel camarário, que se encontra bastante degradado, deixando passar a água da chuva)”, acrescenta a secretária do Agrupamento, adiantando que o Agrupamento irá também “debruçar-se na renovação do Campo Escutista da Vera Cruz”.