O PCP assinalou, este sábado, 6 de março, 100 anos de existência numa cerimónia realizada no Luso, em frente à casa onde foram presos pela PIDE em 1949, Álvaro Cunhal, Sofia Ferreira e Militão Ribeiro, destacados dirigentes do PCP então na clandestinidade. Esta cerimónia enquadra-se nas 100 iniciativas que o PCP promoveu hoje em diversos pontos do país para assinalar o seu centésimo aniversário.

Numa cerimónia fortemente limitada pelas condições sanitárias, houve lugar para uma sessão de poemas declamados por Isabel Lemos e José Neves à qual se seguiu uma intervenção política proferida por Miguel Viegas, membro do executivo da DORAV.

A história de Portugal dos últimos 100 anos não pode ser contada sem ter em conta o papel fundamental do PCP na luta contra o fascismo, na criação de condições para o eclodir da revolução de abril e na concretização dos avanços civilizacionais realizados no pós-25 de abril. Da mesma forma, o papel do PCP foi e continua a ser incontornável na defesa dos valores de abril e na luta contra as políticas de direito responsáveis pela redução de direitos e rendimentos.

O PCP orgulha-se do seu passado, mas mantém os pés bem assentes no presente com os olhos postos no futuro. O PCP orgulha-se da sua ideologia e do seu projeto cuja atualidade se confirma todos os dias onde se revelam as profundas injustiças sociais e económicas que são a marca do capitalismo. Neste sentido, pode o povo português continuar a contar com este PCP que continua bem vivo, mobilizado e determinado em lutar por uma sociedade mais justa e sem exploração, uma sociedade socialista!

 

 

Fonte: Comissão Concelhia da Mealhada do Partido Comunista Português

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