A ocorrência de alguns furtos na freguesia de Barcouço, no concelho da Mealhada, estão a alarmar a população, especialmente da Ferraria, mas também de Cavaleiros e Quinta Branca, onde as movimentações têm ocorrido com frequência. A presidente da Junta de Freguesia de Barcouço, Natividade Lourenço, já pediu reforço de patrulhamento na zona, medida que está a ser cumprida no terreno por agentes do Posto da Mealhada da GNR.
Pelo menos uma queixa foi apresentada à GNR. «Trata-se de uma habitação mais isolada, entre Cavaleiros e Ferraria, em que foram furtadas ferramentas e motosserras no valor de cinco mil euros», explicou, ao nosso jornal, a autarca, lamentando que «as alfaias de uma vida, onde não faltava nada, tenham desaparecido de um dia para o outro». Também na Ferraria, e segundo a presidente da Junta, ocorreram furtos em interior de veículos, «cujos os objetos levados, no seu total, possivelmente perfazem 300 euros».
Além disso, a população vive um sentimento de medo. «As pessoas já acordam a pensar que vai ser o dia delas de serem assaltadas», confessa Natividade Lourenço, explicando que, durante esta semana, «pediu reforço de patrulhamento à GNR e têm passado mais vezes na freguesia».
O capitão Mário Ferreira, do Destacamento Territorial de Anadia da GNR, confirma «uma denúncia de furto apresentada no passado mês de fevereiro» e enfatiza «o reforço de patrulhamento». «Estamos a proceder a todas as diligências para que seja apanhado o suspeito ou os suspeitos», afirma.
Nas redes sociais da freguesia de Barcouço apela-se «a que se redobrem as medidas de segurança, nomeadamente, que se tranquem portas e janelas; não se deixem objetos de valor nas viaturas; e que sejam contactadas as autoridades perante qualquer situação estranha».
Barcouço continua também a fazer frente ao depósito de lixo que vão deixando pela freguesia, situação que o nosso jornal acompanha desde o anterior mandato. «Temos um depósito para monos, muito utilizado por pessoas que não são da freguesia, inclusivamente por empresas. Imagine-se que já foram vistas aqui entidades de recolha, provenientes de Coimbra e da Figueira da Foz, a deixar lixo que deveria ser levado para aterro e não deixado na responsabilidade da freguesia de Barcouço», lamenta a autarca, explicando que, no que toca às localidades que gere, já pediu «que sejam feitas mais ações de sensibilização, para que as pessoas possam também separar, bem, o seu lixo».
Texto de Mónica Sofia Lopes
Fotografia com Direitos Reservados






















