O Conselho Municipal da Juventude do Município da Mealhada reuniu esta quarta-feira, no Espaço Inovação, na primeira sessão do novo mandato, com o objetivo de preparar as atividades para 2026 e analisar o plano anual em curso.
Na reunião, foram eleitos os dois secretários da Mesa do Plenário do Conselho, bem como o representante do órgão no Conselho Municipal da Educação. Vítor Fernandes (NJovem) e Carolina Branco (PSD) assumem funções como secretários da Mesa do Plenário, sendo que Carolina Branco acumulará igualmente a representação no Conselho Municipal da Educação.
A sessão contou com a presença do presidente da Câmara da Mealhada, António Jorge Franco, e do vereador com o pelouro da Juventude, Nuno Veiga, e incluiu a apreciação do plano anual de atividades, bem como a discussão de diversos temas relevantes para a juventude do concelho.
Entre os projetos em destaque esteve o “Comunica-te Jovem!”, iniciativa que promoverá encontros informais com jovens em todas as freguesias do concelho, em contexto próximo e descontraído, “à mesa do café”. A primeira sessão está agendada para o próximo dia 25, na Freguesia da Mealhada. O objetivo passa por fazer um ponto de situação do trabalho desenvolvido na área da juventude, identificar novas motivações e recolher propostas diretamente junto dos jovens.
Concluído este périplo pelas freguesias, caberá ao Conselho Municipal da Juventude analisar e validar as propostas recolhidas, num processo que será dinamizado localmente pelos próprios membros do órgão.
Para Nuno Veiga, vereador da Juventude do Município da Mealhada, “esta reunião demonstra a vitalidade e a responsabilidade do Conselho Municipal da Juventude. Queremos uma juventude participativa, crítica e envolvida na definição das políticas que impactam diretamente o seu presente e o seu futuro.”
Já António Jorge Franco, presidente da Câmara da Mealhada, sublinha que “o município tem uma grande abertura para ouvir os jovens e integrar as suas ideias na construção do concelho. São eles que hoje começam a decidir o futuro que querem para a Mealhada, e é nossa responsabilidade criar os espaços e os mecanismos para que essa voz tenha um eco”.





















