A SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia elétrica a partir do sol, tem vindo a apoiar várias Instituições Sociais na mudança para soluções mais sustentáveis a nível energético, no âmbito da ação “Projetos de Economia Social”. Ao todo, a poupança para as instituições já ultrapassa os 50 mil euros.

O mais recente projeto foi concluído no passado mês de junho, na Santa Casa da Misericórdia de São João da Madeira, e contou com a instalação de 265 painéis de 425 W, o que irá permitir uma poupança de cerca de 8.780 mil euros e a diminuição da emissão de 42 toneladas por ano, o equivalente à plantação de duas mil árvores.

Além deste projeto, a SunEnergy, e segundo um comunicado da empresa, “tem apoiado outras instituições sociais, tendo como principal objetivo reduzir o seu consumo de energia, permitindo que estas instituições apliquem o dinheiro poupado na sua fatura energética noutras áreas, de modo a oferecer um melhor serviço aos seus clientes. Os centros sociais apoiados foram, até ao momento, a Santa Casa de Misericórdia de Águeda; de Águeda – Lar Barrô; e da Mealhada”.

No total, foram instalados 1.015 painéis solares: 632 de 295W na Mealhada; 199 de 310W em Águeda; e 184 de 310W em Águeda – Lar Barrô. A poupança total, por ano, é de, aproximadamente, 53.000 mil euros, sendo que a Santa Casa da Misericórdia da Mealhada é aquela com uma maior poupança (32.627 euros), seguindo-se a SCM de Águeda (10.848 euros) e a SCM de Águeda – Lar Barrô (9.982 euros). Com estes três projetos, serão evitadas 113 toneladas de emissões de CO2 por ano, o que equivale à plantação de mais de 5.000 mil árvores.

Para Raul Santos, CEO da SunEnergy, “as Santas Casas da Misericórdia, bem como outras Instituições Particulares de Solidariedade Social, merecem especial destaque no leque de entidades que apostam em soluções de autoconsumo. Contribuir para o desenvolvimento energético sustentável destas instituições faz parte da missão da SunEnergy para construir um futuro mais sustentável. Neste projeto, procuramos melhorar a qualidade de vida tanto dos funcionários que trabalham nestas meritórias instituições, como das milhares de pessoas que diariamente contam com os seus serviços, que são, na sua maioria, idosos e crianças”.