António Paulo Rodrigues, gerente do restaurante Rei dos Leitões, na Mealhada, está nomeado para o Prémio Especial Empresário de Restauração do Ano 2021. Um prémio instituído pela primeira vez no «Mesa Marcada» e cuja cerimónia virtual está agendada para esta quarta-feira, dia 12 de janeiro, pelas 17h30m, podendo ser acompanha em https://mesamarcada.com/.

«Este prémio, que instituímos pela primeira vez este ano, no âmbito dos Prémios do Mesa Marcada, não visa o investidor puro, ou “silent partner”, mas sim o profissional que pode ser proprietário ou que “apenas” lidera o restaurante (ou grupo de restaurantes)», avança o sítio da internet do «Mesa Marcada», que enfatiza que «na figura do empresário de restauração que vamos distinguir cabem vários modelos e profissionais com diversos perfis: o gestor que controla a partir dos bastidores; o anfitrião que não dispensa o contacto diário com os clientes, o chefe empreendedor que assume esse papel com o mesmo empenho com que assume a cozinha, etc.».

Neste prémio, e segundo os mentores do mesmo, António Paulo Rodrigues encaixa no perfil do restaurador anfitrião, a par com Pedro Cardoso, do Solar dos Presuntos, em Lisboa. Do outro lado, inserido num conceito de uma marca de luxo, com diversas extensões, está a dupla Paula Amorim/Miguel Guedes de Sousa, do Amorim Luxury Group, criadores dos espaços Jncquoi; e, por fim, numa outra vertente, a do chef empreendedor, Vasco Coelho Santos, com diversos conceitos criados a partir da cozinha experimental do Euskalduna.

Os nomeados para esta primeira edição do Prémio Especial Empresário de Restauração do Ano 2021 foram eleitos a partir de um painel de júri restrito (o mesmo que elegeu o Prémio Especial Quinta dos Carvalhais Serviço de Sala do Ano) que este ano teve vinte votantes e foi composto por profissionais de sala de restaurantes, proprietários, diretores, bem como gastrónomos que os frequentam.

Recordamos os nossos leitores que o empresário António Paulo Rodrigues chegou ao mítico restaurante na Mealhada, há cerca de uma década, deixando o emprego ligado ao setor da banca para se dedicar «e trazer novas ideias para o Rei dos Leitões», numa altura de crise, em que o espaço estagnava ou dava o salto.

A chegada de António Paulo Rodrigues foi o espelho da segunda opção, trazendo ao restaurante uma maior oferta de pratos, em constante inovação, e a implementação de uma Adega onde constam mais de três mil referências de vinhos.