O concurso público para a Sala Polivalente do Luso (o antigo Cineteatro) não avançou, em outubro passado, como Rui Marqueiro, presidente da Autarquia da Mealhada, esperava, porque, segundo o edil, “de um vasto conjunto de pareceres”, a Câmara foi confrontada com dois contraditórios, um da Direcção-Geral de Energia e Geologia e outro da Agência Portuguesa do Ambiente.

“Com estes dois documentos em contradição foi nos criado um problema, que temos que resolver, uma vez que não quisemos enviar a candidatura para o Tribunal de Contas, correndo o risco de não ser aceite”, explicou na sessão pública que se realizou na noite da passada segunda-feira, 30 de dezembro.

 

 

Texto de MSL

Fotografia de José Moura