“Ainda não é a FESTAME que pretendo”. Palavras de Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, aquando da inauguração da edição de 2018 do certame, que o edil tenciona “fazer crescer” na altura em que estiver construído o Mercado Municipal da cidade, o que diz poder acontecer “antes do atual mandato terminar”.

Autarcas, representantes de associações e instituições, bem como de autoridades estiveram presentes na inauguração da FESTAME – Feira do Município da Mealhada. Uma cerimónia que se realizou ao final da tarde de 8 de junho e que foi “abençoada” com a presença de D. Virgílio do Nascimento Antunes, Bispo da Diocese de Coimbra.

O certame, que este ano conta com uma nova disposição e mais diversidade de ofertas para o público, como é o caso de um terceiro palco e de uma “Fun zone”, pode vir a crescer ainda mais. “O espaço do Mercado, que será aqui ao lado, será uma infraestrutura polivalente, onde poderá ser feita muita coisa ali e nos terrenos envolventes”, disse, aos jornalistas, Rui Marqueiro, que tem a expectativa de, ainda antes de 2021, ter a FESTAME que deseja.

Ao orçamento de cerca de duzentos mil euros para a edição de 2018, o edil diz que, mais do que superar o número de trinta e sete mil pessoas, que tudo indica que tenham passado no ano anterior, quer “é que seja uma grande festa”. “Desejo que sejam dias de lazer e de entretenimento para os mealhadenses e que as Instituições Particulares de Solidariedade Social e associações tenham aqui, uma oportunidade de realizar algum dinheiro para as suas atividades anuais”, afirmou ainda o autarca, elogiando “o trabalho dos funcionários municipais”. “Foram eles que organizaram esta festa, que inauguramos agora”, disse.

O Bispo de Coimbra, que há pouco tempo esteve em visita pastoral ao município, começou por dizer que a sua vinda à inauguração se deveu ao facto de achar importante “o encontro com as pessoas e as instituições, patentes neste certame”. Para além disso, garante, “neste concelho tive oportunidade de presenciar o desenvolvimento cultural, empresarial, social e associativo”, que apelidou “de muito rico”.

Depois de Be-dom e Paulo Sousa, Diogo Piçarra, Fafá de Belém,concurso de bandas, PAMA e ÀTOA, na quinta-feira, o palco é do músico português Rui Drumond e no penúltimo dia de certame a festa tem no cartaz principal “Rouxinol Faduncho” e Cuca Roseta. O último dia é para Matias Damásio.

“Temos um cartaz muito transversal, direcionado para todo o tipo de público e artistas que, até há pouco tempo, era impensável conseguir juntar na Mealhada, no mesmo evento”, disse ainda Rui Marqueiro.

 

Texto de Mónica Sofia Lopes

Galeria de fotografias, de José Moura, em https://www.facebook.com/bairradainformacao/