A Guarda Nacional Republicana (GNR) intensificou, de 9 a 13 de fevereiro, o patrulhamento e a fiscalização rodoviária, orientando as ações para as vias mais críticas, com especial incidência para as que convergem aos locais onde tradicionalmente ocorrem festividades carnavalescas.

 

Durante os cinco dias da Operação e, comparativamente a igual período de 2017, registaram-se:

  • 962 acidentes (mais 81);
  • Sete mortos (no ano passado não se registou nenhum);
  • 13 feridos graves (menos três);
  • 292 feridos leves (menos quatro).

 

Dos mais de 26 mil condutores fiscalizados (mais mil do que na Operação “Carnaval 2017”) foram registadas neste período as seguintes principais infrações:

  • 2 380 por excesso de velocidade (mais 429);
  • 762 por condução sob a influência do álcool (mais nove);
  • 302 pela incorreta ou não utilização do cinto de segurança (mais 16);
  • 242 por utilização indevida do telemóvel durante a condução (menos 35).

 

Durante a operação foram detidos 350 condutores, destacando-se:

  • 257 por condução sob a influência do álcool com taxa crime (≥ 1,20 g/litro);
  • 60 por condução sem habilitação legal.

 

A Operação envolveu efetivos dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito que, para além das diversas ações de fiscalização com o objetivo de prevenir a sinistralidade rodoviária, garantiram ainda a segurança dos locais associados às festividades de Carnaval, que decorreram por todo o país.  

 

Imagem de HoliHo (pixabay.com)